Do ano passado, é esse filme. Por aqui não tenho mais certeza, mas parece que passou no início do ano. Não assisti no cinema. Novidade! Tem um monte de coisas que não vi no cinema...
Pior foi ter assistido apenas agora, mais de mês desde que saiu pra locação.
Mas, excluindo-se o patético que é falar sobre minhas inabilidades, o que importa é o quanto o filme é bonito...
Um conto de fadas, sem dúvida. Pra adultos, diria o bom Gaiman. E é bem por aí, mm, q o filme vai se desenvolver. A busca por aventura, por uma vida diferente da mesmice q parecemos estar sempre condenados a seguir.
Quer coisa melhor do que poder passar para um mundo completamente igual ao nosso mas onde existe a possibilidade de encontrar o maravilhoso? O fantástico? O singular?
Definitivamente o apelo desse chamado é forte demais para mim. Pro Gaiman, tb. E eis q então ele cria histórias. Eu conto. Só que histórias reais, histórias que não possuem o mesmo charme que a ficção propociona, afinal, nesta, só a imaginação pode limitar a singularidade dos eventos. Mas, o pior ñ é um contar muitas vezes insosso. Não. O pior parece que é ter que explicar essas histórias...
Histórias não devem ser explicadas! Histórias precisam ter sua própria liberdade de existência, de adaptação ao interior de cada um que as ouve/lê/assiste. O explicar retira a magia q elas possuem. O explicar impede que a pessoa possa criar a sua própria história a partir daquela que foi contada.
Por isso meu contar é estéril. É instrumental demais. Prático, demais. Utilitário. Uma mera ferramenta a ser utilizada - com maior ou menor sucesso, bem o sei - em provas. Há uma preocupação (qd há) apenas em reproduzir dados. Não há ponderação. Não há crítica. Não há imaginação...
Mas, enfim, é o meu trabalho.
E o que isso tudo tem a ver com Stardust, certo?
Tem a ver justamente com o que uma história deve fazer: to think!
Exatamente... pensar; ponderar; voltar-se sobre si próprio, mm q isso signifique ver o q ninguém gosta de ver. E não é preciso nenhum drama existencial francês pra conseguir isso. Um simples conto de fadas já pode dar conta do recado.
E acho q aqui é onde finalmente começo a falar sobre o filme propriamente dito.
Ou é q faria, se ñ fosse tão tarde.
It's so pathetic!
Mm estando em férias, ainda assim tenho q me preocupar com a hora de dormir; com a hora de acordar; com todas as coisas q têm q ser feitas...
Hmpf! Férias...
I'd wish...
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